Cabeça de negócio. Alma de palco.

Dez anos de operação, mais de 50 negócios e uma passagem por CEO que explica por que eu começo cortando.

Murillo Bacchi é especialista em marketing e growth para empresas e clínicas. Fundou a Kmuflaza Digital em 2016, foi CEO da Adega Curitibana — que levou a faturar mais de um milhão de reais em menos de um ano — e passou quatro anos como Head de Growth e Marketing da Wedely, scale-up internacional de delivery.

Formação em growth pelo IE Business School e G4. Autor de Comunicação Descomplicada. Sócio da Bäche, o braço de execução da metodologia.

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A origem

Antes de estratégia, teve palco.

Vivi anos como cantor. Aprendi ali o que muita gente nunca aprende sobre comunicação: prender atenção nos primeiros segundos, ler a audiência em tempo real e fazer alguém sentir alguma coisa.

Palco ensina uma coisa que planilha não ensina — a diferença entre estar certo e ser ouvido. Uma estratégia impecável que ninguém compra não é estratégia, é exercício. Hoje uso isso pra vender resultado, não show.

Depois, a operação.

Fundei a Kmuflaza Digital em 2016 e passei seis anos à frente de estratégia full-funnel para dezenas de negócios. Foi ali que a conta ficou clara: campanha bonita não salva oferta confusa.

Depois virei CEO da Adega Curitibana. A receita mensal saiu de cinco mil para cento e cinquenta mil reais, e a empresa passou de um milhão de reais em faturamento em menos de um ano — com e-commerce, funil e operação reconstruídos do zero. A parte que importa dessa história não é o número: é ter sentado na cadeira de quem assina a conta. Depois disso é impossível recomendar algo que você não toparia executar você mesmo.

Em seguida, quatro anos como Head de Growth e Marketing da Wedely, scale-up internacional de delivery, ajustando produto, experiência do usuário, canais de aquisição e retenção. Growth de verdade acontece no encontro dessas quatro coisas — não dentro do gerenciador de anúncios.

Por que eu começo cortando.

Todo mundo quer fazer mais. Quase ninguém quer cortar. Mas negócio travado quase nunca sofre de falta de iniciativa: sofre de excesso de iniciativa sem prioridade.

Por isso o primeiro entregável raramente é uma campanha nova. É uma lista do que parar de fazer — e o motivo de cada item da lista.

O que sustenta o método.

  • Dez anos de operação, não de teoria.
  • Mais de 50 negócios ajudados a tracionar, entre empresas e clínicas.
  • Formação em growth pelo IE Business School e pelo G4.
  • Experiência dos dois lados: consultor que recomenda e CEO que executa.

Fora do trabalho.

Sou marido da Madu Heiden e pai da Maria Tereza. Isso também molda como eu trabalho: com responsabilidade, sem promessa fácil e sem fórmula mágica. Quem tem filha aprende rápido que prometer o que não se controla sai caro.