Onde seu marketing está travando.
O diagnóstico é a primeira etapa do Method over Mood. Antes de propor qualquer coisa nova, eu procuro o que está furado.
Empresa que investe em marketing e não vê retorno quase nunca tem problema de volume. Tem vazamento: demanda que chega e não vira cliente, verba em canal que não devolve, oferta que confunde quem já estava quase comprando.
O diagnóstico acha o vazamento. Sai dele uma lista do que parar de fazer, na ordem, com o motivo de cada item.
Para quem é
Faturamento acima de R$ 50 mil por mês.
Esse é o corte, e ele existe pra proteger os dois lados.
Abaixo disso, o gargalo raramente é marketing. É oferta, preço ou operação, e diagnóstico de marketing não resolve nenhum dos três. Cobrar por um trabalho que não vai mover o ponteiro é o tipo de coisa que eu não faço.
Acima disso, já existe o que analisar: histórico de investimento, canais rodando, time ou fornecedor, e número suficiente pra separar o que funciona do que só parece funcionar.
Sinais
Quando o diagnóstico faz diferença.
Não é sintoma isolado que indica. É o conjunto.
- Você aumenta a verba e o número de clientes fica igual.
- Ninguém na empresa sabe dizer quanto custa trazer um cliente novo.
- O mês bom e o mês ruim não têm explicação, só teoria.
- Existem quatro ou cinco canais rodando, nenhum deles inteiro.
- A agência entrega relatório, e o relatório não muda decisão nenhuma.
- Toda reunião de marketing termina em ideia nova, nunca em corte.
Como funciona
Três movimentos, nessa ordem.
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Conversa
Você me conta como o marketing funciona hoje: de onde vêm os clientes, quanto entra, quanto sai e o que já foi tentado. Sem apresentação, sem preparar nada.
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Leitura
Eu olho os números que existem e os que faltam. A ausência de um dado costuma dizer mais sobre o gargalo que a presença de outro.
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Devolutiva
Onde está travando, o que parar de fazer e o que priorizar a partir de agora. Direto, sem envelopar.
Perguntas frequentes
O que perguntam antes de marcar.
Preciso preparar relatório antes da conversa?
Não. Traga o que você tem à mão: quanto investe por mês, de onde vêm os clientes e o que já tentou. Se faltar dado, isso também é diagnóstico.
Empresa que chega sem os números não está despreparada. Está mostrando exatamente onde o primeiro trabalho começa.
Por que o corte de R$ 50 mil por mês?
Porque abaixo disso o gargalo quase nunca é marketing. É oferta, preço ou operação. Um diagnóstico de marketing não resolve nenhum dos três, e cobrar por um trabalho que não vai mover o ponteiro é o tipo de coisa que eu não faço.
Acima disso já existe histórico, canal rodando e número suficiente pra separar o que funciona do que só parece funcionar.
Você já sai propondo campanha?
Quase nunca. O primeiro entregável costuma ser uma lista do que parar de fazer, e ela costuma ser maior que a lista do que começar.
Negócio travado raramente sofre de falta de iniciativa. Sofre de excesso de iniciativa sem prioridade: quatro canais pela metade competindo pela mesma verba e pela mesma atenção.
E se o diagnóstico mostrar que o problema não é marketing?
Eu digo isso. Já aconteceu de a conversa terminar com a conclusão de que o problema era preço, e o melhor uso do meu tempo naquele caso foi apontar isso em vez de vender projeto.
Prometer que marketing resolve tudo é o que a cultura do atalho faz. Não é o que eu faço.
Depois do diagnóstico eu sou obrigado a contratar?
Não. A devolutiva é sua, e você pode executar com o time que já tem.
Se fizer sentido seguir junto, existem dois caminhos: direto comigo, quando o gargalo é estratégia e decisão, ou com execução pela Bäche, quando falta braço pra rodar.
Quanto tempo até virar resultado?
A clareza é imediata: você sai da conversa sabendo onde está travando. O resultado no caixa depende do que for priorizado, e o ciclo honesto até a operação ficar previsível é de 60 a 90 dias.
Quem promete previsibilidade em 30 dias está vendendo sorte com nome bonito.
Agendar
Vamos achar o vazamento.
Escolha um horário na minha agenda. Se preferir explicar o contexto antes, me chama no WhatsApp e a gente marca a partir dali.